venuspostando

viv

to há uma meia hora mais de uma hora? lendo a introdução a viv e passando o olho na dissertação do cara pra ver se eu consigo entender o Motivo 1. a linguagem é tecnicamente interessante mas o exemplo de aplicação é tão vago e simples que fica difícil não ver como reinventar a roda pra desenhar um círculo 2.

tipo. eu reconheço que sou fã de escopo pequeno / sinto vertigem com jogos grandes. mas pra mim o primeiro projeto dele, world / islanders é interessante porque tem um escopo tão claro:

Prior to Islanders gameplay, a World world is generated and then simulated for 100 years, at which point the player is randomly assigned to the womb of a pregnant woman in the storyworld; the next year, the player character is born. [...] Upon reaching adulthood, the player may have her character engage in any of the activities that NPCs carry out.

(cap 7)

e eu achei a ideia do jogo como algo que evoca arrependimento / um tipo de memento mori interessante. tem algo meio walking simulator de tempo. meio que me lembrou nothing beside remains. a simulação acontece de ano a ano, não tenho dúvidas que os limites são óbvios 3, mas eu acho que isso é parte do appeal, não? a abstração.

acho que o bagulho é só que pra mim o appeal de uma Narrativa é ela ter sido toda pensada e planejada ou whatever, e o appeal de uma narrativa emergente / procedural é que ela tenha espaço suficiente pra alguma coisa Emergir. não seir. indo dormir 4.


  1. de um ponto de vista prático. ou seja o que levaria alguém a incorporar isso num jogo

  2. rip james ryan vc adoraria (?) permutation city?

  3. mesmo assim, tem coisa pra caralho sendo simulada pqp

  4. ler alguma coisa até umas 2-3 da matina

#videogames